Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o cano de entrada.
1. VENHAM TODOS, VOCÊS, VENHAM TODOS,
REUNIDOS NUM SÓ CORAÇÃO,
DE MÃOS DADAS FORMANDO A ALIANÇA,
CONFIRMADOS NA MESMA MISSÃO.
DE MÃOS DADAS FORMANDO A ALIANÇA,
CONFIRMADOS NA MESMA MISSÃO.
EM NOME DE CRISTO, QUE A VIDA NOS TRAZ:
DO QUE ESTAVA DIVIDIDO,
UNIDADE ELE FAZ!
DO QUE ESTAVA DIVIDIDO,
UNIDADE ELE FAZ!
CAMINHAR COM O MESTRE JESUS,
ELE VEM REVELAR A ESCRITURA
COMO FEZ NO CAMINHO À EMAÚS.
ELE VEM REVELAR A ESCRITURA
COMO FEZ NO CAMINHO À EMAÚS.
CONSTRUAMOS A PLENA UNIDADE
NO DIÁLOGO COMPROMETIDO
COM A PAZ E A FRATERNIDADE.
NO DIÁLOGO COMPROMETIDO
COM A PAZ E A FRATERNIDADE.
SUPERAR TODA POLARIDADE,
POIS EM CRISTO NÓS SOMOS UM POVO,
REUNIDOS NA DIVERSIDADE.
POIS EM CRISTO NÓS SOMOS UM POVO,
REUNIDOS NA DIVERSIDADE.
E VIVAMOS O AMOR-COMPROMISSO
NA PARTILHA, NO DOM DA ESPERANÇA
E NA FÉ QUE SE TORNA SERVIÇO.
NA PARTILHA, NO DOM DA ESPERANÇA
E NA FÉ QUE SE TORNA SERVIÇO.
Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Pres: O Senhor Jesus que nos convida a mesa da Palavra e da Eucaristia nos chama a conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Concedei-nos, ó Deus onipotente, que, ao longo desta Quaresma, possamos progredir no conhecimento de Jesus Cristo e corresponder a seu amor por uma vida santa. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Gênesis.
Disse Deus a Noé e a seus filhos: "Eis que vou
estabelecer minha aliança convosco e com vossa descendência, com todos os seres
vivos que estão convosco: aves, animais domésticos e selvagens, enfim, com
todos os animais da terra, que saíram convosco da arca. Estabeleço convosco a
minha aliança: nenhuma criatura será mais exterminada pelas águas do dilúvio, e
não haverá mais dilúvio para devastar a terra". E Deus disse: "Este é
o sinal da aliança que coloco entre mim e vós, e todos os seres vivos que estão
convosco, por todas as gerações futuras. Ponho meu arco nas nuvens como sinal
de aliança entre mim e a terra. Quando eu reunir as nuvens sobre a terra, aparecerá
meu arco nas nuvens. Então eu me lembrarei de minha aliança convosco e com
todas as espécies de seres vivos. E não tornará mais a haver dilúvio que faça perecer
nas suas águas toda criatura".
Ass: Graças a Deus.
— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação.
— Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia, e sois bondade sem limites, ó Senhor!
— O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom
caminho os pecadores. Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele
ensina o seu caminho.
Leitura da Primeira Carta de São Pedro.
Caríssimos: Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo, pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na sua existência humana, mas recebeu nova vida pelo Espirito. No Espírito, ele foi também pregar aos espíritos na prisão, a saber, aos que foram desobedientes antigamente, quando Deus usava de longanimidade, nos dias em que Noé construía a arca. Nesta arca, umas poucas pessoas - oito - foram salvas por meio da água. É arca corresponde o batismo, que hoje é a vossa salvação. Pois o batismo não serve para limpar o corpo da imundície, mas é um pedido a Deus para obter uma boa consciência, em virtude da ressurreição de Jesus Cristo. Ele subiu ao céu e está à direita de Deus, submetendo-se a ele anjos, dominações e potestades.
Palavra do Senhor.
JESUS CRISTO, SOIS BENDITO, O UNGIDO DE DEUS PAI.
O HOMEM NÃO VIVE SOMENTE DE PÃO, MAS DE TODA PALAVRA DA BOCA DE DEUS.
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, o Espírito levou Jesus para o
deserto. E ele ficou no deserto durante quarenta dias, e ali foi tentado por
Satanás. Vivia entre os animais selvagens, e os anjos o serviam. Depois que
João Batista foi preso, Jesus foi para a Galiléia, pregando o Evangelho de Deus
e dizendo: "O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos
e crede no Evangelho!"
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
Pres: Caríssimos irmãos e irmãs: Voltemo-nos para Deus, que salvou Noé e os seus filhos do dilúvio com que submergiu a terra, e oremos pela Igreja e pelo mundo, dizendo, cheios de confiança:
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
ESTES DONS QUE AQUI TRAZEMOS,
E FELIZES ENTRE TODOS,
A PARTILHA NÓS FAREMOS
PÃO E VINHO UMA VEZ MAIS.
UM SÓ CORPO NÓS SEREMOS
COM JESUS E PELA PAZ!
NOSSOS PÉS E NOSSOS BRAÇOS,
QUE ENCONTRAM NA UNIDADE
O ALENTO PRO CANSAÇO.
OS PROJETOS QUE ALIMENTAM
O CONVÍVIO E O RESPEITO
ENTRE OS POVOS QUE SE ENFRENTAM.
OS ESFORÇOS DO TEU POVO,
QUE TRABALHA COM CARINHO
PRA CRIAR UM MUNDO NOVO
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Pres: Fazei, ó Deus, que o nosso coração corresponda a estas oferendas com as quais iniciamos nossa caminhada para a Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
A tentação do Senhor
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
que nos mandou celebrar este mistério.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
Ass: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: A todos saciai com vossa glória!
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass: Amém.
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
VEM MEU POVO
VEM, MEU POVO, AO BANQUETE DA VIDA;
NESTA MESA EU IREI TE ENSINAR:
O JEJUM QUE ME AGRADA É A PARTILHA,
A ORAÇÃO QUE PREFIRO É AMAR.
SER IGREJA E VIVER COMO IRMÃOS!
PELO AMOR QUE NOS TENS EU TE LOUVO,
POR TE DARES A NÓS NESTE PÃO!
NOVA PÁSCOA DA LIBERTAÇÃO,
VEM PRIMEIRO COMIGO AO DESERTO
DO SILÊNCIO E DA CONTEMPLAÇÃO.
SE TE ASSUSTAM A DOR E A CRUZ;
MINHA GRAÇA E PERDÃO TRANSFIGURAM,
NA PALAVRA TERÁS NOVA LUZ.
QUANDO A SEDE DE AMOR TE ATINGIR,
EU SEREI ACONCHEGO E AMIZADE,
JUNTO À FONTE, ESPERANDO POR TI.
QUE TEUS TÍMIDOS PASSOS CONDUZ.
ABRE OS OLHOS, DESPERTA! LEVANTA!
PERSEVERA NAS OBRAS DA LUZ!
DAS AMARRAS EU VIM LIBERTAR.
JUNTO A MIM VIVERÁS PLENAMENTE
E FELIZ PODERÁS CAMINHAR.
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que nos alimentastes com este pão que nutre a fé, incentiva a esperança e fortalece a caridade, dai-nos desejar Cristo, pão vivo e verdadeiro, e viver de toda palavra que sai de vossa boca. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres: Deus pai de misericórdia, conceda a todos vós, como concedeu ao filho prodigo a alegria do retorno a casa.
Ass: Amém!
Ass: Amém!
Ass: Amém!
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO
EIS O DIA DA SALVAÇÃO
AO PAI VOLTEMOS, JUNTOS ANDEMOS
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO!
SÃO VERDADE, SÃO AMOR
DIRIGI OS PASSOS MEUS
EM VÓS ESPERO, Ó SENHOR!
